Rede que aguenta o ambiente cheio, em comodato e com operação 24/7. Você não compra equipamento.
A rede cai justamente quando o ambiente enche. Ninguém consegue dizer por quê — o provedor diz que o link está normal, o técnico reinicia o equipamento, e no dia seguinte acontece de novo. No fim, não há um responsável a quem cobrar. Na prática, o problema quase sempre está em quatro causas conhecidas.
Interferência co-canal. Capacidade não é cobertura: dois APs no mesmo canal não somam, disputam airtime entre si. Em 2,4 GHz existem apenas três canais que não se sobrepõem — a partir do quarto AP, o rádio começa a competir com a própria rede.
Por que mais APs não resolvem →Potência assimétrica. O access point transmite a 24–27 dBm, o celular responde a 15–20 dBm. O aparelho ouve o AP perfeitamente, mas não consegue ser ouvido de volta. O ícone de sinal só mede o caminho de ida.
Entenda o sinal falso →Sticky client. O aparelho se agarra ao AP em que se associou e só troca quando o sinal fica péssimo. Aumentar a potência agrava: amplia a área em que o cliente insiste em ficar preso, em vez de migrar para o AP mais próximo.
Por que a rede cai ao andar →Broadcast em rede plana, sem VLAN. Impressoras, câmeras, TVs e serviços de descoberta conversam o tempo todo. Algumas centenas de Kbps de broadcast, transmitidos na taxa mais baixa do rádio, consomem airtime equivalente a centenas de Mbps de tráfego útil.
Rede plana x rede segmentada →Esta é a lista que se repete em praticamente toda empresa que nos chama no Paraná. Se você reconhece três ou mais itens, o problema não é o seu provedor.
Link contratado bem acima do que a rede consegue entregar — e subutilizado
Nenhum monitoramento: o problema só aparece quando alguém reclama
Rede sem segmentação: visitantes, câmeras e administrativo no mesmo domínio
Switches Fast Ethernet, não gerenciados, limitando o AP a 100 Mbps
Access points sem configuração avançada, no padrão de fábrica
Firewall trabalhando no limite de sessões e CPU
Rede física não mapeada: ninguém sabe qual cabo vai para onde
Sem controle de acesso nem política por perfil de usuário
Sem equipe de TI dedicada para gerenciar o dia a dia da rede
O site survey presencial transforma essa lista em um relatório com medição real do seu ambiente — cobertura, interferência, densidade e infraestrutura — antes de qualquer proposta.
O que o usuário percebe como “internet ruim” quase nunca é falta de banda. É instabilidade: a chamada que congela, o arquivo que para em 80%, o aplicativo que perde a sessão. Estabilidade vem de projeto de rádio e gestão, não de megabits contratados.
Um exemplo concreto: um condomínio de flats com 300 unidades atendido por um link de 1 Giga, com Netflix em 4K nos apartamentos e videoconferência estável. Dividido no papel, dá pouco mais de 3 Mbps por unidade — número que qualquer planilha reprovaria. Funciona porque o tráfego é estatístico e a rede foi projetada para isso.
O que se entrega não é “500 megas por unidade”. É a experiência funcionando no horário de pico.
Você não compra equipamento, não contrata projeto à parte e não fica com a operação no colo. A rede é independente e paralela à sua: não tocamos na infraestrutura existente e não dependemos dela para funcionar.
Visita presencial na sua unidade no Paraná para medir cobertura real, interferência, densidade e infraestrutura existente.
Quantidade, modelo e posicionamento de cada AP, canais, potências, cabeamento e switches — com mensalidade fechada.
Implantação pela nossa equipe, em rede independente e paralela à sua. Não tocamos na infraestrutura existente.
Monitoramento 24/7, manutenção preventiva e corretiva, troca expressa em caso de falha, atualizações e SLA de disponibilidade.
· Monitoramento 24/7
· Manutenção preventiva
· Manutenção corretiva
· Troca expressa em caso de falha
· Atualizações de firmware e configuração
· SLA de disponibilidade em contrato
Entenda o modelo completo em WiFi as a Service.
Trabalhamos com access points Ruckus por uma razão técnica específica: a antena é adaptativa por hardware. Em vez de irradiar igual em todas as direções, o rádio escolhe, a cada transmissão, entre milhares de combinações de padrão de antena — e desvia da interferência em tempo real, cliente a cliente. É a diferença entre gritar mais alto e falar na direção certa.
A segunda peça é a seleção de canal por capacidade real, e não apenas por “canal menos ocupado”. O controlador avalia airtime disponível, ruído e retransmissões antes de mover um rádio, o que evita o efeito dominó de APs trocando de canal a todo momento em ambiente denso.
A filosofia de projeto vale mais que a marca: um AP por ambiente, com potência controlada — não poucos APs potentes no corredor tentando atravessar paredes. Ambiente cheio se resolve com mais células pequenas e bem separadas, não com mais watts.
Ver a tecnologia Ruckus em detalhe →Cenário real de projeto, atualmente em negociação — não se trata de obra entregue.
Um colégio de grande porte nos procurou com a rede quebrada: queda em horário de aula, zonas sem sinal e reclamação constante de professores e alunos. O detalhe que importa é que o equipamento instalado não era improvisado — havia UniFi e TP-Link, marcas reconhecidas, compradas justamente para resolver o problema.
O levantamento mostrou o de sempre: APs no mesmo canal competindo entre si, potências no máximo, rede plana sem segmentação e nenhum monitoramento. Comprar caixa boa sem projeto de RF e sem gestão contínua não resolve — só troca o logotipo do equipamento que não funciona.
O desenho proposto prevê um AP por ambiente, rede independente da estrutura existente, segmentação por perfil e operação monitorada. Para uma unidade com 50 access points, o cenário fica abaixo de R$ 7.900/mês, com equipamento, instalação, monitoramento e SLA inclusos.
Esse valor corresponde a 50 APs em uma unidade. O projeto completo, com 115 APs, foi orçado à parte.
Cada ambiente tem um desafio de rádio diferente. O projeto é sempre feito sob medida para o seu tipo de operação — não existe configuração padrão.
Escolas, colégios e faculdades com centenas de dispositivos simultâneos por andar, filtro de conteúdo e controle por perfil de aluno, professor e visitante.
Wi-Fi em 100% dos apartamentos, streaming sem travar e portal de acesso próprio — o item que mais pesa na nota de avaliação dos hóspedes.
Galpões, linhas de produção, pátios e armazéns com coletores, AGVs e telemetria. Projeto de RF para ambientes metálicos e cobertura outdoor entre prédios.
Roaming sem queda para prontuário eletrônico, bombas de infusão e tablets clínicos, com segmentação da rede de visitantes e conformidade LGPD.
Torres comerciais, coworkings e condomínios em Curitiba e região metropolitana: cobertura em áreas comuns, elevadores, garagens e salas de reunião.
Centros de distribuição e docas com leitura contínua de código de barras, cobertura outdoor e roaming entre prédios sem perda de sessão.
Alta densidade de conexões simultâneas em operação temporária ou permanente, com capacidade dimensionada para o pico e não para a média.
Ambientes que dependem de videoconferência e sistemas em nuvem o dia inteiro, onde instabilidade de rede vira reunião perdida.
A base fica em Curitiba, com equipe técnica própria — engenharia de RF, instalação e suporte. Atendemos Curitiba e região metropolitana com deslocamento presencial, e as demais cidades do Paraná conforme o porte do projeto. Não trabalhamos com lista inflada de cidades: onde não temos atendimento real, dizemos antes.
Maior centro corporativo do estado e região metropolitana.
Agronegócio, indústria, saúde e ensino no norte do Paraná.
Também atendemos São José dos Pinhais, Pinhais, Araucária, Maringá, Cambé, Rolândia, Arapongas, Ponta Grossa e Cascavel.
Nossa equipe sai de Curitiba, mede o seu ambiente e mostra em relatório o que está causando o problema — antes de qualquer proposta e sem custo inicial.
Agendar um site surveyPorque o que resolve o problema não é a caixa, é o projeto e a operação. No comodato você não imobiliza capital, não fica com equipamento obsoleto em três anos e a mensalidade já inclui projeto de RF, instalação, monitoramento, suporte e substituição em caso de falha. Comprar significa pagar tudo isso à parte — ou não pagar e ficar com uma rede sem ninguém responsável.
Os contratos costumam ser de 24 a 36 meses, prazo que permite diluir o investimento em equipamento e manter a mensalidade previsível. O escopo, o SLA e as condições de renovação ficam definidos em contrato antes da instalação.
Em regra, não. Entregamos uma rede Wi-Fi independente e paralela à sua, com nossos equipamentos e nossa gestão. Isso evita disputa de responsabilidade quando algo falha: a rede que operamos é inteiramente nossa. Sua infraestrutura atual continua existindo e não é alterada.
Melhor ainda. A sua TI cuida de sistemas, servidores e usuários; nós cuidamos exclusivamente do rádio — projeto, canais, potências, roaming e monitoramento. Como a rede é paralela, ninguém pisa no trabalho do outro, e o seu time deixa de ser cobrado por um problema que exige instrumentação de RF para diagnosticar.
Quase nunca. Na maioria dos levantamentos que fazemos, o link contratado está subutilizado enquanto a rede interna já está saturada. Se o gargalo é airtime, interferência ou broadcast, dobrar a banda não muda a experiência de quem está conectado.
Depende do projeto. Trabalhamos com equipamento novo e também com equipamento seminovo revisado, testado e coberto pelo mesmo SLA e pela mesma troca expressa. Dizemos qual é o caso na proposta, antes de fechar. Como o equipamento é nosso, o risco de falha é nosso: se parar, trocamos.
O contrato prevê aviso prévio e período de transição. Nesse cenário, você pode adquirir o parque instalado por valor residual ou nós retiramos os equipamentos de forma programada, sem interromper a operação de um dia para o outro.
Sim. A base fica em Curitiba e a equipe técnica se desloca para todo o Paraná. Site survey, instalação e manutenções presenciais seguem o mesmo padrão e o mesmo SLA da capital — o prazo de deslocamento é definido em contrato conforme a distância.
Preencha o formulário ou nos chame pelo WhatsApp. Retornamos em até 24 horas.
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